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“O BECO DA LIBERDADE”, LIVRO DE LABORINHO LÚCIO, VAI SER APRESENTADO ...

2019-11-08 21:30 23:55
Entrada Livre

“O Beco da Liberdade”, o último romance de Álvaro Laborinho Lúcio vai ser lançado na Biblioteca Municipal de Barcelos, na próxima sexta-feira, dia 8 de novembro, pelas 21h30, no âmbito do 9º Encontro de Bibliotecas de Barcelos. A apresentação estará a cargo do advogado barcelense, Eduardo Figueiredo.

Recorde-se que o autor, que foi Ministro da Justiça e deputado à Assembleia da República e ocupou o cargo de ministro da República para a Região Autónoma dos Açores, entre Março de 2003 e Março de 2006, publicou, em 2014, “O Chamador”, seu primeiro livro de ficção, e, em 2016, o romance “O Homem Que Escrevia Azulejos” (finalista do Prémio Fernando Namora 2017).

Com intensa atividade cívica, Laborinho Lúcio é membro dirigente de várias associações, entre as quais se destacam a APAV e a CRESCER-SER, de que é sócio fundador. Com artigos publicados e inúmeras palestras proferidas sobre temas ligados à justiça, ao direito, à educação, aos direitos humanos e à cidadania em geral, é autor de livros como “A Justiça e os Justos”, “Palácio da Justiça, Educação, Arte e Cidadania”, “O Julgamento – Uma narrativa Crítica da Justiça”, e, em co-autoria, “Levante-se o Véu”.

“O Beco da Liberdade” fala de Floriano Antunes, velho jornalista,que tem uma boa história que precisa de ser reescrita.

Há cinquenta anos, numa pacata vila do Norte Interior, foi cometido um estranho homicídio. A pena então aplicada ao réu, pela sua brandura, deixou a pairar a dúvida quanto às verdadeiras razões que a terão determinado. Cinquenta anos volvidos, o mesmo juiz, Guilherme Augusto Marreiro Lessa, agora viúvo e reformado, vai responder acusado de outro crime. Nos dias que antecendem o julgamento, Guilherme Augusto recebe em sua casa Floriano Antunes, que se desloca propositadamente para o entrevistar. O jornalista que, enquanto muito jovem, acompanhara e escrevera toda a história do homicídio, vendo o seu artigo cortado pela censura, encontrava a oportunidade para a retomar, diante do mesmo juiz, agora nas vestes de acusado.

O jornalista acredita saber tudo sobre os antigos factos e intervenientes: a causa da morte, o suspeitado envolvimento amoroso do juiz, a teia de personagens, como Maria Cacilda, viúva da vítima e senhora de poderes divinatórios; Joaquim Quitério, o tolo da aldeia; o subinspector Gervásio Ventura, da Polícia Judiciária, e o agente Jacinto Correia; Hildebrando Moreira de Castro, notário na reforma e decano no reviralho; a menina Julinha, fiel representante do diálogo de sombras entre as públicas virtudes e os vícios privados e Narcisa, a misteriosa e fiel governanta da família Marreiro Lessa.

Porém, o encontro dos dois homens e a conversa que mantêm ao longo de dias revelarão contornos bem diversos, trama e personagens bem mais complexas, que os levarão ao mais profundo da condição humana, ao confronto de sempre entre o bem e o mal, a liberdade e a ética, a consciência e Deus. O inesperado, entretanto, não vai ficar por aí, e o dia do julgamento reserva a derradeira das surpresas.

Álvaro Laborinho Lúcio

Mestre em Ciências Jurídico-Civilisticas pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra e magistrado de carreira, é juiz-conselheiro jubilado do Supremo Tribunal de Justiça. De Janeiro de 1990 a Abril de 1996, exerceu, sucessivamente, as funções de secretário de Estado da Administração Judiciária. Ministro da Justiça e deputado à Assembleia da República. Entre Março de 2003 e Março de 2006, ocupou o cargo de ministro da República para a Região Autónoma dos Açores.

Com intensa atividade cívica, é membro dirigente de várias associações, entre as quais se destacam a APAV e a CRESCER-SER, de que é sócio fundador. Com artigos publicados e inúmeras palestras proferidas sobre temas ligados à justiça, ao direito, à educação, aos direitos humanos e à cidadania em geral, é autor de livros como “A Justiça e os Justos”, “Palácio da Justiça, Educação, Arte e Cidadania”, “O Julgamento – Uma narrativa Crítica da Justiça”, e, em co-autoria, “Levante-se o Véu”.

Agraciado pelo rei de Espanha, com a Grã-Cruz da Ordem de S. Raimundo de Peñaforte, e pelo presidente da República Portuguesa, com a Grã-Cruz da Ordem de Cristo, é membro da Academia Internacional da Cultura Portuguesa e doutor honoris causa pela Universidade do Minho.

Em 2014, publicou “O Chamador”, seu primeiro livro de ficção, e em 2016 o romance “O Homem Que Escrevia Azulejos” (finalista do Prémio Fernando Namora 2017).

 

 


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