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Meu Marido que Deus haja

2017-06-24 21:30 23:35
Teatro Gil Vicente | | Barcelos
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Numa sucessão de divertidas peripécias

Numa sucessão de divertidas peripécias em que a temática da violência doméstica está subjacente, ficamos a conhecer os problemas conjugais de Paulo, marido de Anastácia, um homem que vive na permanente angústia de tentar superar as virtudes do primeiro marido da esposa, já falecido.

ADAPTAÇÃO E ENCENAÇÃO

Casimiro Simões

 

ELENCO

Ricardo Vinagre (Paulo), Sara Joaquim (Anastácia), Daniela Neto (Judite) e Wilson Subtil (Anacleto)

 

LUZ E SOM

Carlos Duarte

 

CENOGRAFIA

Wilson Subtil e Casimiro Simões

 

ADEREÇOS E FIGURINOS

Daniela Neto e Casimiro Simões

 

EXECUÇÕES GRÁFICAS

Daniela Neto

 

COLABORAÇÃO ESPECIAL

Roberto Moreira

 

SOBRE O AUTOR

De ascendência francesa, André Francisco Brun foi um humorista e escritor lisboeta que nasceu a 09/05/1881 e faleceu a 22/12/1926. Militar de carreira no exército português, participou na Primeira Guerra Mundial. Nessa sequência, foi distinguido com a patente de major, tendo sido ainda agraciado com a denominada “Medalha da Cruz de Guerra”. No campo das artes, foi um dos sócios fundadores da Sociedade Portuguesa de Autores, a 22/05/1925. A sua obra literária reparte-se entre o teatro e a crónica, centralizando-se nos aspetos comezinhos da pequena burguesia, demonstrando reconhecido sentido de humor. Autor de um grande número de peças teatrais, especialmente comédias e números de teatro de revista, uma das suas obras mais conhecidas, “A Vizinha do Lado”, foi adaptada ao cinema em 1945, pelo grande António Lopes


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